Nos últimos tempos fiquei de mal com as revistas gringas e decidi que não ia mais sair comprando todas que visse pela frente. E o tal do filtro, mencionado a poucos posts atrás. Uma peneira para evitar o overinformation. Cortei da minha lista Vogue America e Harper’s Bazaar US, os dois maiores simbolos do careta american way of fashion. Continuam soberanas na lista a Nylon e a Elle, ambas americanas. A Teen Vogue entra quando tá mais grossinha. Convenhamos, dá desgosto pagar R$ 20 em uma revista pequena e fina. A Nylon, como a Ilana citou outro dia, é atemporal. Quando o tópico é geração Y, a Nylon é sua revista. Há edições de cinco anos atras que continuam atuais. Já a Elle foi minha feliz “descoberta”. Me surpreendi com o frescor da linha editorial que alcança a perua que também lê Vogue, a empresaria que precisa de informação rápida para se atualizar e a menininha descolada que adoooooora moda. Sem falar no projeto gráfico de encher os olhos. Uma poluição organizada de elementos que funcionam harmonicamente. Adorável.



Imagens da edição de Junho/2010